Posted 5 Outubro 2012, Há 1 ano | 12.160 notas | reblog this post
(originally beybabyboo / via eu-te-amo-e-acabou)
Posted 5 Outubro 2012, Há 1 ano | 80.897 notas | reblog this post
(originally nobroke / via realidade-oculta)
Posted 26 Agosto 2012, Há 1 ano | 87 notas | reblog this post
(originally queenmelanief / via mypriderebelde)
Na saída da escola eles se encontram.
— Porque não respondeu minhas mensagens?
— Que mensagens?
— As que eu te mandei, ora essa.
— Eu não recebi.
— Felipe, olha o celular.
Ele pega o celular. — Eita tem cinco aqui, eu não tinha visto. — ele ri.
— Nossa, obrigada por tanta atenção da sua parte.
— Para, amor.
— To parando ué.
— Ta com raiva?
— Não.
— Quer que eu te leve pra casa?
— Eu sei ir sozinha.
— Só quero te fazer companhia.
— Não precisa.
— Ta. Mas eu te ligo quando chegar em casa ok?
— Você quem sabe.
Ela vai andando.
— Ei e meu beijo Mari? — ele corre até ela.
— Não tem.
— Por quê?
— Tchau Felipe, to atrasada.
— Pra que?
— Pra ir pra casa.
— Amor.
— Tchau.
Ela chega em casa, se tranca no quarto e pega no sono. Após 1 hora é acordada pelo toque de mensagem do celular. 15 mensagens não lidas do ”Lipe”. Ela volta a dormi. Ele então liga, ela atende meio sonolenta:
— Alô?
— Mari.
— Oi?
— Que voz é essa?
— Tava dormindo.
— Te acordei?
— É né.
— Desculpa.
— Tudo bem, agora não tem mais importância.
— Eu te amo.
Ela fica em silencio.
— Ei bolinha eu te amo.
Ela ri. — Não me chama assim, to com raiva de você.
— E porque riu?
— Porque eu quis ué.
— Ta bom.
— Lipe?
— Oi vida.
— Eu não gosto quando a gente briga poxa.
— Eu também não.
— Então porque é tão idiota comigo?
— Não sei. — ele ri
— Não ri poxa, vamos falar sério.
— Então ta. Até
— Até? Como assim?
Ele desliga o telefone.
20 minutos se passam, e a companhia toca. Ela desce e vai atender a porta:
— Lipe?
— É. Sou eu.
— O que ta fazendo aqui?
— Vim te ver.
— Mas a gente não tava brigado?
— Tava. Mas eu te amo.
Ela fica em silencio.
— Desculpa. Eu sei que sou idiota e simples, mas eu te amo como nunca amei ninguém.
— Eu também te amo. E desculpa também mor.
— Até desculpo. Mas…
— Mas o que?
— Mas, me deixa entrar pelo menos né.
Ela ri. — Que idiota meu Deus.
— Seu idiota.
— Entra logo.
— Não quero.
— Então eu vou até ai.
— Pra que?
— Pra te beijar. Porque só se resolve as brigas com um beijo. — ela ri
— Então como a briga foi feia, vem aqui e me dá vários.
Eles riem.
Mari e Lipe: A briga foi feia, então vem aqui e me enche de beijos. (via 1amoramais)
Posted 26 Agosto 2012, Há 1 ano | 840 notas | reblog this post
(originally naestradadafelicidade / via mesmoassimsua)
Posted 26 Agosto 2012, Há 1 ano | 15.033 notas | reblog this post
(originally refiz / via mesmoassimsua)

sentimento-acumulado:

Eu prefiro ficar sozinho do que ter que explicar o que eu tô sentindo.

Posted 12 Agosto 2012, Há 1 ano | 29.166 notas | reblog this post
(originally fuck-anyone / via pequeno-desconforto)

Meu problema é ver coisa onde não tem.

Posted 6 Agosto 2012, Há 1 ano | 11.496 notas | reblog this post
(originally apaixona-r / via realidade-oculta)
Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão? Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar, ficou deitado e viu que horas eram, enquanto Mônica tomava um conhaque, no outro canto da cidade, como eles disseram. Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer, e conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer. Um carinha do cursinho do Eduardo que disse: “Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir”. Festa estranha, com gente esquisita. “Eu não tô legal, não agüento mais birita” E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais sobre o boyzinho que tentava impressionar. E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa “É quase duas, eu vou me ferrar” Eduardo e Mônica trocaram telefone. Depois telefonaram e decidiram se encontrar. O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver o filme do Godard. Se encontraram então no parque da cidade, a Mônica de moto e o Eduardo de “camelo”. O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar mas a menina tinha tinta no cabelo. Eduardo e Mônica eram nada parecidos. Ela era de Leão e ele tinha dezesseis. Ela fazia Medicina e falava alemão, e ele ainda nas aulinhas de inglês. Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud. E o Eduardo gostava de novela e jogava futebol-de-botão com seu avô. Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação. E o Eduardo ainda tava no esquema escola, cinema, clube, televisão. E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente uma vontade de se ver, e os dois se encontravam todo dia e a vontade crescia, como tinha de ser. Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato, e foram viajar, a Mônica explicava pro Eduardo coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar. Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer. E decidiu trabalhar (não!). E ela se formou no mesmo mês que ele passou no vestibular. E os dois comemoraram juntos e também brigaram juntos, muitas vezes depois. E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa, que nem feijão com arroz. Construíram uma casa há uns dois anos atrás. Mais ou menos quando os gêmeos vieram. Batalharam grana, seguraram legal, a barra mais pesada que tiveram. Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília. E a nossa amizade dá saudade no verão. Só que nessas férias, não vão viajar, porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação. E quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?
Legião Urbana, Eduardo e Mônica. (via obscura-solidao)
Posted 5 Agosto 2012, Há 1 ano | 14.215 notas | reblog this post
(originally nerdbipolar / via jeder-traum)
Demorei uma infância inteira e um pouco prolongada, pra entender que crescer não é tão bom quanto as crianças pensam.
Florida   (via opostos)
Posted 5 Agosto 2012, Há 1 ano | 1.477 notas | reblog this post
(originally florizar-deactivated20120908 / via jeder-traum)

Toda garota já brigou com a melhor amiga, toda garota já chorou de tanto rir ou riu pra esconder uma lágrima. Sim, toda garota já quebrou a cara, tirou nota baixa, ou rio de alguma desgraça. Toda garota já passou por bons bocados, ciúmes pra caralho, pensou demais e não falou. Toda garota já ficou confusa com o que sentia, ouviu uma música e lembrou de algo ou sentiu saudades. Toda garota já se sentiu culpada por algo que não fez, chorou por causa de alguma despedida ou por causa de alguma falsa amiga. É. Todas elas, tão diferentes e iguais, tão estranhas, tão idiotas. E acima de tudo: tão perfeitas.

Posted 28 Julho 2012, Há 1 ano | 3.013 notas | reblog this post
(originally c-omplicatte / via d3licadeza)